Glossário
Rosé Seco Nacional

Rosé brasileiro seco: morango, frescor e preço de todo dia. A Campanha Gaúcha faz cada vez melhor.
O rosé seco nacional é uma categoria que cresceu muito no Brasil nos últimos anos, puxada pela Serra Gaúcha e pela Campanha Gaúcha. Diferente do rosé suave (que dominou o mercado por décadas), o rosé seco é feito com vinificação breve — o mosto fica em contato com as cascas de uvas tintas por poucas horas, tempo suficiente pra pegar cor e aromas, mas sem extrair tanino pesado.
As uvas mais usadas são Merlot, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir. O resultado é um vinho leve, refrescante, com acidez vibrante e aromas de morango, framboesa e flor. Ideal pra dias quentes, entradas, saladas, frutos do mar e comida japonesa.
A temperatura de serviço é crucial: entre 8°C e 10°C. Rosé morno perde toda a graça. No balde de gelo, ele fica no ponto em 15 minutos.
Vinícolas como Pizzato, Lidio Carraro, Casa Valduga e Salton fazem rosés secos nacionais excelentes na faixa de R$ 40 a R$ 80. São vinhos de consumo jovem — beber no mesmo ano da safra, no máximo no seguinte. Não guardam. E tá tudo certo com isso: rosé seco existe pra ser fresco, direto e sem cerimônia.